A história acompanha os dramas pessoais de uma noviça chamada Maria, que, incumbida de trabalhar durante um tempo como babá da família Von Trapp (por má comportamento no convento) se apaixona pelo patriarca, o capitão viúvo Von Trapp (Christopher Plummer), além de transformar a severa educação militar com a qual o pai acha que forma os 7 filhos em um saudável crescimento, regado a muita brincadeira, diversão e (é claro) música.
Para o papel principal, a escolhida foi Julie Andrews, já conhecida em alguns musicais da Broadway e aclamada por sua atuação em Mary Poppins, longa que quase levou a estatueta de Melhor Filme um ano antes no Oscar 1965. Seu traquejo com o trio música/ dança/ intepretação, além de seu cabelo curto (símbolo da rebeldia da freirinha), foram essenciais para que não houvesse adversária a sua altura para disputar o protagonismo do filme.

Todas os pontos do roteiro são devidamente costurados pela direção, a fim de que o espectador não se canse durante as três horas de exibição, e ainda saia pedindo mais. São poucos até hoje os musicais que têm esse poder de catarse em quem os assiste. Depois de mais de quarenta anos de nascimento, A Noviça Rebelde continua empolgante, cativante e extremamente familiar. Chega a ser até educativo (vide a canção Dó-Ré-Mi e a tentativa de ensinar aos pais espectadores como melhor educar seus filhos, concedendo-lhes momentos de diversão em meio aos deveres).
Em 1966, ainda concorreram a Melhor Filme na premiação do Oscar: Darling, A Que Amou Demais (Darling), o épico Doutor Jivago (Doctor Zhivago), A Nau dos Insensatos (Sheep os Fools) e Mil Palhaços (A Thousand Clows). Naquele ano, Doutor Jivago obteve a mesma quantidade de indicações e estatuetas que A Noviça Rebelde, só perdendo para o musical pela conquista do prêmio de Melhor Filme.
A NOVIÇA REBELDE (THE SOUND OF MUSIC)
LANÇAMENTO: 1965 (EUA)
DIREÇÃO: ROBERT WISE
GÊNERO: MUSICAL/ DRAMA/ ROMANCE
NOTA: 9,3
7 comentários:
Cara, este filme é demais, com certeza, um dos melhores musicais do cinema. Julie Andrews, esteve maravilhosa e cativante, com certeza ela é o ponto alto do filme!
...abs.
Amoooooo este filme. Sem comentários.
Adoro musicais.. nesse fds vou ver se consigo tirar meu atrazo!
Esse filme é eterno! Que saudades da Julie Andrews dessa época e de Victor ou Victoria
Cultura na web:
http://culturaexmachina.blogspot.com
Oi Gui!
Este é quase da minha idade (ops!), mas eu só fui asssitir muiiiitos anos depois na TV. Concordo com sua crítica e foi , na época, uma inovação.
E o BCI, que emoção rever nossas fotos e nossos passos nestes 6 anos, heim? Fiquei emocionada! Ah, e se puder dá uma chegadinha lá no TP num post passado, que fiz pro Gu, O Festival. O Gu merece nosso carinho e faltou você lá! Beijão, bom demais te rever!
Acredita que eu ainda não vi esse filme? :(
Por isso que eu preciso de um "projeto 1/3" na minha vida um dia! rs
Adoro o blog, continue assim!
beijos!
Três hrs de filme, nossa hein, dá-lhe garganta pra Julie. rs
Gostei do texto Gui, pra não variar, não assisti esse filme tbm...
bjs
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